8.12.09

ONG diz que polícias do Rio e de SP matam mais do que toda polícia dos EUA

A maior dos 11 mil casos de resistência seguida de morte registrados no Rio e em São Paulo, desde 2003, foram execuções extrajudiciais.

27.11.09

Dubai tem investimento de empresas e celebridades; entenda a moratória - 27/11/2009

Folha Online - Dinheiro - Dubai tem investimento de empresas e celebridades; entenda a moratória - 27/11/2009

25.11.09

Cloud Atlas - cloud classification, cloud pictures

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20.11.09

Brasil ‘decola’, diz capa da revista ‘The Economist’

BBC Brasil - Notícias - Brasil ‘decola’, diz capa da revista ‘The Economist’

17.11.09

Direito à preguiça


Por Amora Tiezzi, Iara e Marina Gurgel

“O direito à preguiça” de Paul Lafargue

O livro “O direito à preguiça” do autor Paul Lafargue foi reeditado várias vezes depois de sua primeira edição em 1880. O objeto de estudo do livro é a sociedade de trabalho.
Seu título traz um dos sete pecados capitais, a preguiça, para dar a ideia da religião do trabalho, que é o credo da burguesia que coloca o progresso como Deus.
O livro é uma crítica à ideologia do trabalho a partir da exposição das causas e da forma deste baseado nos valores burgueses dentro da economia capitalista, o trabalho assalariado. O livro se configura como um manifesto, traz uma ideia de denúncia do sistema que tortura a humanidade há séculos, com frases como “Impedir e não impor o trabalho, isso que é necessário”.
Assim sendo, sua linguagem é simples e direta, carregada de ideologia. Esta edição possui uma introdução da filósofa Marilena Chauí e ótimas notas de rodapé. E apesar do fim do socialismo real, o texto de Lafargue não perdeu a atualidade, afinal hoje como ontem os trabalhadores ainda precisam lutar pelo direito à preguiça.

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versão 2
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O horror político


“O horror político – O horror não é econômico”


O autor inicia o livro enfatizando os problemas econômicos como pobreza e desemprego, e o medo do homem sobre eles, abordando intrínseco a isto, as varias vertentes políticas, e as intervenções que esta gera na economia demonstrando a repulsa que partilhamos por um mundo fundado na lei do lucro individual. Desse modo,o autor levanta as causas dos problemas citados e debatidos no livro.
O livro usa de artifícios para enfatizar seus argumentos correlacionados a tese central, de que o problema não é econômico, e sim político, pois o que influencia na economia é a política, usando como, por exemplo, citações de Viviane Forestein, autora do livro “O horror econômico”.
O autor acredita que a única esperança para a mutação da economia é só e somente através da mutação política. 



Rafael Chad, Kristofer Siqueira, Lana Efrain.

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Desemprego de colarinho branco


O emprego na globalização


O horror econômico

Um comentario sobre O livro de Viviane Forrester: 
O horror Econômico escrito em 1997, trata da teoria do trabalho com base nas contraposições e/ou complementariedades da teoria com a experiência real do trabalho na sociedade contemporênea.A autora usa as Jarões e as siglas técnicas da economia para fundar sua teoria de um genocidio de classes baixas do mundo do trabalho.São também apresentadas orientações ou uma busca do sentido no trabalho baseado na análise da teoria e da expêriencia real, fundamentados em argumentos relacionados ao trabalho, mercado e sociedade e principalmente racionalidade econômica.
"A crise da mordenidade não nos interessa.O que nos interessa é a necessidade de modernizar as pressupostos sobre os quias está fundada a modernidade..."
"O horror econômico não consiste somente no fato de que o capitalismo existe, mas sobretudo no fato de que hoje este já não consegue trabalhar."


Luiza e Agatha para o Colégio Equipe.



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Manuscritos Econômico-Filosóficos


Comentários sobre o livro "Manuscritos Econômico-Filosóficos" de Karl Marx.
Este livro contém os manuscritos de Karl Marx sobre suas visões a respeito da moral e economia, ética e política, mostrando como elas se dialogam.
Para isso Marx se baseia criticamente nas teorias econômicas de Adam Smith e David Ricardo. E constrói uma relação entre o idealismo de Hegel e o materialismo dialético concluíndo a necessidade de uma superação da propriedade privada com ações comunistas.
Uma vez que "a valorização do mundo das coisas aumenta em proporção direta à desvalorização do mundo dos seres humanos", o trabalhador se torna mercadoria mais barata que o produto.
Contudo, é apenas um plano para todo o pensamento de Karl Marx. Mas que se aplica ainda nos dias de hoje em pleno século XXI.

Amanda, Dafna e Marjorie.


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Manifesto contra o trabalho

Manifesto contra o trabalho é uma obra editada pela Conrad, faz parte da coleção Baderna e foi concebida pelo grupo alemão Krisis.
A sociedade dominada pelo trabalho não passa por uma crise passageira, mas atingiu o limite quando vale a máxima “Quem não trabalha não come”, embora milhões de pessoas estejam excluídas do mercado, mesmo tendo formação ( ensino Médio, faculdade, Cursos no exterior) são vulneráveis ao desemprego e à ruína financeira.
Por ser um manifesto, o livro apresenta uma linguagem acessível, feita para o maior número possível de pessoas possa entender, ainda que exija muita reflexão sobre a sociedade que vivemos. O manifesto conclui que se esse sistema de coerção prevalecer, a perspectiva da sociedade é uma catástrofe, na qual cada vez mais pessoas são mantidas no desemprego e na indigência.


Rafael L.

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O que acontece com o trabalho?

Comentário sobre o livro "O que acontece com o trabalho?"

O livro de Ladislau Dowbor põe em contraponto duas perspectivas que relacionam o desenvolvimento de tecnologias com o mundo do trabalho. A primeira, numa visão otimista, diz que a tecnologia propicia facilidades, tais que com menos trabalho é possível crescer. A outra propõe que tais facilidaes geram desemprego. O autor se baseia em autores famosos e utiliza-se de uma vasta gama de dados para legitimar suas teorias (baseadas na redução da jornada de trabalho, sindicatos, movimentos sociais, sociedade civil e empresas), para dizer que "o essencial da luta por uma sociedade mais decente será cada vez menos manter o emprego e cada vez mais transformar o trabalho". Ele propõe uma mudança que gere equilíbrio no apartheid social e no desemprego, movido por diferentes setores sociais e esferas políticas que conjuntamente poderiam articular suas iniciativas e realizar essas renovações.



Gabriela Barcellos Bugelli


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O direito à preguiça

Comentário sobre o livro 'O Direito à Preguiça', escrito no final do século XIX por Paul Lafargue, Direito à Preguiça é um manifesto escrito ao movimento operário da época. Mais de cem anos depois, continua a ser atual por um só motivo: continuamos a reproduzir o dogma do trabalho. Discutindo sobre a valorização moral da sociedade e suas consequencias objetivas, revelando a crise pós-superprodução; já o título é uma facada no ethos que coloca a preguiça como pecado capital. O manifesto, com sua elevada sobriedade demonstra como a crise atual é mais que um desvio da ordem, mas uma contradição imanente à sociedade, uma lógica irracional.

Por Athur Zito Guerriero, Mariana Pougy e Maria del Mar, para o Colégio Equipe.



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O imaterial


Comentários sobre o livro ‘O Imaterial - Conhecimento, Valor e Capital’.
O livro aborda a questão do imaterial e como ela se manifesta no conhecimento, valor e capital.
Trabalha com idéias como o capital humano e a crise do conceito de valor. Relacionando com o valor e capital, contrapõe os saberes ao conhecimento. Explica como o conhecimento se transforma em capital imaterial e aponta a problemática da sua imensurabilidade. O autor se pergunta se o rumo é em direção a um ‘comunismo do saber’ ou a uma civilização pós-humana.
Qual saber? Qual sociedade? Da inteligência artificial à vida artificial. Da obsolência do corpo ao fim do gênero humano. Do homem-máquina às máquinas humanas. Reprogramação genética: de quem por quem? Alotécnica e homeotécnica: uma ‘Reforma do Espírito’?


Isadora e Ivan



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Metamorfoses do trabalho


  "Metamorfoses do Trabalho, Crítica da Razão Econômica", livro escrito em 1988 por André Gorz, importante intelectual vienense, é uma obra que se propõe a estudar o que os pós-modernos chamam de crise da razão, repensando a promessa capita.llista de acabar com a penúria, a injustiça e o mal-estar na humanidade, e portanto a crise seria causada pelos motivos irracionais provenientes da utopia industrial, que levaram a essa racionalização.
    A idéia é de que deve-se criar uma nova utopia ao invés da submissão ao curso das coisas. A partir disso, André Gorz diwscute as transformações do trabalho desde sua redefinição moderna que cria conceitos como o de trabalho assalariado e o de razão econômica. Depois parte para uma crítica da razão econômica vigente a fim de elaborar propostas para buscas de um novo sentido ao trabalho.

Miguel e André, para o Colégio Equipe.

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10.11.09

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