10.9.04
9.9.04
Folha de S.Paulo - Fovest - 09/09/2004: "O assassinato do presidente da Tchetchênia, em maio, a explosão de dois aviões no sul da Rússia, em agosto, e a tragédia da invasão da escola, na semana passada, todos atos patrocinados por terroristas tchetchenos, colocaram definitivamente a região no mapa dos vestibulares deste ano.
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Folha de S.Paulo - S.O.S. família - Rosely Sayão: A sedução do álcool na adolescência - 09/09/2004: "Vivemos na era do know-how. Livros de auto-ajuda são uma das expressões desse estilo pretensamente prático de resolver questões nem um pouco simples da vida. Aos pais, por exemplo, o mercado editorial oferece uma infinidade de livros que pretendem responder a perguntas que eles fazem diariamente quando se defrontam com os mais variados dilemas na relação educativa com os filhos: 'Como fazer?'.
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Magistral!!! Folha de S.Paulo - Charge (09/09/2004) O cara do caixa do supermercado fala para a dona-de-casa: -Desculpe, senhora! Mas não aceitamos bandeirinhas!
8.9.04
Folha de S.Paulo - Editoriais: O NACIONALISMO DE LULA - 08/09/2004: "O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aproveitou o dia da Independência para dar curso a sua campanha nacionalista que, a pretexto de elevar a auto-estima dos brasileiros, reanima um surrado repertório patrioteiro com o qual o país já teve oportunidade de conviver em tempos de funesta memória. Certamente que há nacionalismos e nacionalismos, mas aquele que é urdido como ideologia de Estado e transformado em instrumento propagandístico a serviço de projetos de poder deve ser visto com a máxima cautela.
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Folha de S.Paulo - Rio de Janeiro - Carlos Heitor Cony: A guerra civil - 08/09/2004
Enquanto houver proibição de drogas e consumidores dispostos a pagar o que podem e não podem, os tiroteios continuarão, com suas vítimas e balas perdidas. Liberar a droga envolve uma discussão moral e social, o Estado não tem cacife para bancar a medida. E os consumidores tampouco têm vontade de abandonar o próprio vício e estão se lixando para a guerra civil que mutila a cidade.
Enquanto houver proibição de drogas e consumidores dispostos a pagar o que podem e não podem, os tiroteios continuarão, com suas vítimas e balas perdidas. Liberar a droga envolve uma discussão moral e social, o Estado não tem cacife para bancar a medida. E os consumidores tampouco têm vontade de abandonar o próprio vício e estão se lixando para a guerra civil que mutila a cidade.
De militares e presidente operário convertido Folha de S.Paulo - Janio de Freitas: Um período único - 07/09/2004
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